Cavaleiro Tauromaquico

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Temporada Mexicana

Vitor Ribeiro ganha Premio no Redondo

Um Grande Triunfo para o encerramento da Temporada 2011

Com os mansos, também se triunfa!

Mas quem mais nos agradou foi mesmo Vítor Ribeiro, poderosa a sua noite Lisboeta. Não teve música, pouco importa, soou alto a entrega, o espírito de luta e sobretudo o sentido de lide, soube sempre o que tinha de fazer para que o manso a fugir para tábuas não levasse a melhor. Andou sempre ligado, mesmo em curto quando era preciso, pendente sempre do toiro para não o perder, passou pouco em falso e teve soluções para lhe entrar nos terrenos, cravar no sítio e com poderio. A prova de que com os mansos também se triunfa, é mais difícil e exigente, mas é possível!

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Coca-Cola esta vivo

Ao contrário do que foi noticiado em alguns sites taurinos, comunicamos que o cavalo Coca-Cola está a ser tratado e a recuperar da lesão ocorrida a mão direita durante a corrida no Ferreira do Alentejo. Estamos optimistas de que o cavalo tenha uma recuperação positiva.

Muito Obrigado

Vítor Ribeiro

Triunfador da Feira da Moita 2011

Vitor Ribeiro teve a sua noite! Com casaca a condizer, foi maestro e solista. Com um toureio simples, com verdade, com sentido de lide e de espetáculo, soube tirar todo o conteúdo dum bom toiro, fazendo à uma, toda a sinfonia de uma lide quase prefeita. Lide variada desde os cambios aos ferros, de frente a quarteio; valeu a pena ouvir tais acordes.

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Uma Grande Tarde de Toiros em Montemor

O sexto da tarde, um colorado, de 530Kg de peso e nascido em 2007 viria a revelar-se o melhor toiro da tarde. Teve todas as qualidades dos seus irmãos de camada mas para além disso apresentou a agressividade que faltava aos outros. Frente a este excelente exemplar de bravura, Vítor Ribeiro não teve mais remédio que fazer a melhor actuação da tarde. Numa lide de menos a mais, Ribeiro aguardou o toiro à porta dos toriles e parou-o sem dificuldade no centro do ruedo. Mas foi no final da actuação, já com público “metido”, que Vítor crava dois ferros brilhantes. Um curto em curtas distâncias, carregando a sorte e cravando ao estribo e “en todo lo alto”, que arrancou uma forte ovação e um ferro de palmo com o qual encerrou a actuação e recebeu mais um forte aplauso. Numa pega em que as ajudas estiveram bastante bem, Frederico Manzarra consumou à primeira tentativa, depois de aguentar uma violenta reunião e a viagem pelo “grupo a dentro”. O ganadeiro foi novamente chamado à arena para receber uma calorosa ovação.

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Na nocturna de Beja brilhou Vítor Ribeiro

Vítor Ribeiro veio a Beja mostrar como se toureia a cavalo. Sem enganos, com uma brega quase perfeita, escolhendo criteriosamente os terrenos, cuidando bem do toiro que procurava tábuas e obrigando-o a investir, deixou ferros de nota muito alta, numa lide para recordar. Nos compridos deu vantagem à investida do toiro e deixou dois bons ferros, em reuniões cingidas. Os quatro curtos foram todos de execução elevada, com destaque para o 4º ferro, cravado a entrar pelo toiro dentro, colocado junto a tábuas, em terrenos de compromisso e ajustado na reunião. Terminou com um ferro de palmo a pedido do público que já nada de melhor podia trazer a uma grande lide.

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